domingo, 28 de maio de 2017

7ª Conferência Ibérica do Empreendedorismo

Dia 8 e 9 de Junho, o concelho de Esposende recebe a 7ª Conferência de Empreendedorismo Ibérico e este é um evento a assinalar.
 
Depois de Madrid, Lisboa, Cascais, Corunha e Pontevedra temos Esposende a figurar na lista de cidades que receberam este evento e é importante perceber que este evento surge da junção dos esforços do ISCAP, EMPREEND e da CME neste evento e  que esse convívio pode ser aproveitado para futuras ocasiões.
 
Espero que este evento seja aberto à imprensa local para se poder acompanhar e difundir o que se diz e quem o diz e espero também que este evento seja o ponto de partida para que mais eventos semelhantes a estes passem a ocorrer com maior frequência nestas paragens já que este tipo de eventos também dá credibilidade a quem o organiza e torna o nome de Esposende corrente num meio que interessa muito estar.
 
Sei que alguns poderão dizer que a realidade local não vai ser alterada com esta conferência, mas a esses se calhar faria falta lá estarem para ouvirem alguma coisa.




 

5ª Corrida da Primavera.

Mais um ano, mais uma Corrida da Primavera.
 
É sempre um momento especial do meu calendário das corridas que não deixo passar em branco e a organização continua competente e assertiva e as condições colocadas à disposição dos atletas não desapontam.
 
Mas a edição deste ano levanta alguns alertas e cuidados na organização do próximo ano.
 
É necessário maior cuidado com a data em que a prova se realiza, já que este ano foi notório que a realização no mesmo dia da Meia-Maratona do Douro Vinhateiro pode ser um grande rombo nas inscrições já que esta prova é um dos casos de sucesso em termos de participações e como que açambarca todos os habituais participantes destes eventos.
 
A mesma entidade que organiza a Corrida da Primavera organizar no mesmo dia a Caminha da Arriba Fóssil parece que é uma fragmentação de recursos e público dispensável.
 
Penso que seja chegada a altura de termos a nossa própria Meia-Maratona e a Corrida da Primavera deve evoluir nesse sentido, o de transformar esta Corrida num evento com outro impacto, com mais custos é certo mas que essa seja a evolução natural já que as 3 provas que decorrem em Esposende têm aproximadamente a mesma distância começa a ser excessivo.

quarta-feira, 24 de maio de 2017

Futebol - balanço do campeonato

A edição 2016/2017 do campeonato nacional da Associação de Futebol de Braga chegou ao fim. 
Das 4 equipas concelhias que se apresentaram para disputar a prova (Associação Desportiva de Esposende, Futebol Clube de Marinhas, UD Vila Chã e Forjães Sport Clube), apenas o Vila Chã não logrou atingir o objetivo principal da manutenção. Coube-lhe a lanterna vermelha da prova.
O Esposende fez uma 2ª volta tranquila, confirmando-se como a melhor equipa concelhia da prova (10.º lugar). Como senão, o facto de não ter vencido qualquer dos 6 jogos disputados contra os rivais concelhios. Nota para Carlos Viana, a deixar boas indicações quanto a um futuro promissor enquanto treinador. 
O Forjães foi a última equipa concelhia a assegurar a manutenção, já perto do fim. Um desfecho importante em ano de cinquentenário. 
Por fim, o FC Marinhas. Aquando do balanço da primeira volta, elogiara a direção marinhense pelo facto de não ter caído na tentação fácil de despedir o seu treinador quando a equipa vegetava pela zona de despromoção, com maus resultados. Essa aposta foi bem compensada com a manutenção do clube na divisão maior da AF Braga. Um exemplo para memória futura, que não queremos deixar de reconhecer.

sexta-feira, 19 de maio de 2017

O "catolicismo" na direita esposendense.

Houve um político em Portugal que jurava só se Jesus Cristo descesse à Terra se candidataria ao PSD.
 
Todos sabemos como isto acabou, Marcelo foi presidente e o filho de Deus feito homem não desceu dos céus.
 
Em Esposende tivemos um político que seguiu as indicações de Deus e apoiou uma candidatura independente às Autárquicas e outro que gostava de ir a Fátima buscar forças e para as suas futuras lutas políticas.
 
Todos sabemos como isto acabou, passado alguns meses o apoio de um foi retirado por incompatibilidades no projeto autárquico do outro.
 
 
Primeira conclusão: as crenças religiosas fora da política é o melhor para todos.
 
 
Sei que este tom pode ser muito duro com João Pedro Lopes mas espero que no futuro exista um maior cuidado na mistura destes mundos que se querem separados já que se de um ponto de vista pessoal confere mais autenticidade e humanidade à decisão do político por outro lado confere um nível de subjetividade e de exoterismo que apenas torna mais volátil a opinião geral do autor.
 
Mas falando da rutura propriamente dita que é o que importa.
 
Como disse aqui João Paulo Torres, ( Artigo João Paulo Torres) o caminho do CDS seria insidioso e uma nova candidatura do partido seria vista como uma 2ª escolha à vontade original e também é essa a minha convicção e isso vai ser penalizador na hora da votação.
 
Neste momento nem o CDS nem João Cepa valem aqui que valiam em Março quer como coligação quer como candidatos individuais e se aqui afirmei que o CDS valeria 15% nas urnas, hoje valerá no máximo 10% dos votos e se aqui afirmei que João Cepa valia 25%, hoje valerá no máximo 18%, ou seja, valerão 30%.
 
Mas nem tudo é mau para a atual direção do CDS. 
 
Com esta rutura vimos alguns dos adversários de João Pedro Lopes a acompanharem João Cepa o que certamente libertou espaço para preencher os lugares vagos com pessoas em que se deposita uma verdadeira confiança política e assim não ter de fazer uma PAF 2.0 com o antigo líder do PSD-Esposende.
 
E também João Cepa pode ter alguns motivos para sorrir.
 
Descolar de um partido é um dos argumentos necessários para alimentar a "onda Macron" e assim tentar vender a sua candidatura como uma candidatura de "salvação nacional" que pode aglomerar tudo e todos e que está acima dos interesses instalados.
 
Espero que exista elevação na discussão que se vai seguir e que não entremos numa deprimente luta de argumentos e insultos pessoais nas redes sociais e com meias-palavras entre os dois elementos mais proeminentes desta disputa.

Mas no final apenas me apetece criticar a esquerda esposendense.

Um candidato minimamente competente no terreno poderia já estar a projetar uma votação acima dos 20% depois deste caso e com boas probabilidades de chegar ainda mais longe com a degradação do discurso que se vai seguir e os conflitos internos e externos de ambas as candidaturas mas pelo que me parece o PS-Esposende é que deve estar à espera de algum sinal divino para avançar com a sua candidatura.

E quem se ri disto tudo é Benjamim Pereira, que no final sai como o candidato que transmite maior calma e confiança em relação aos outros candidatos.

Quem diria...

E uma livraria em Esposende?

Não entendam os profissionais do ramo das papelarias como uma crítica, porque sei que não é fácil viver apenas de livros em Esposende, mas é algo que deveria saltar à vista das forças vivas deste concelho.
 
E se as forças vivas de Esposende, empresários do ramo incluídos, juntam-se esforços e tivéssemos uma livraria completamente dedicada ao tema? No verdadeiro sentido da palavra de livraria, um local onde se vendem livros.
 
É que devemos ser dos poucos concelhos que não dispõem de um estabelecimento dedicado à venda de livros.
 
Fica a dica.  

quarta-feira, 17 de maio de 2017

A obra que ainda não virou manchete

A edição de maio do boletim municipal traz uma errata. Afinal, as obras levadas a cabo pelo Município em todas as freguesias não ascendem a 136 mas, antes, a 144.
No editorial com que remata o boletim, explica Benjamim Pereira que a coincidência de muitas das obras estarem a acontecer em pleno ano de eleições se deve ao longo caminho burocrático (autorizações, vistos, etc.) que é necessário percorrer. Mais refere que "(...) só uma visão propositadamente maléfica poderá colar interesses eleitoralistas a estas obras."
Benjamim Pereira deve pensar que os esposendenses comem gelados com a testa, pois, de outro modo, não arriscaria verter uma lágrima de indignação pela acusação de eleitoralismo no mesmo boletim cuja manchete é uma repetição (atualizada) da manchete de há duas edições, a tal que propagandeava o número de obras pelas freguesias.
Uma vez que esta questão das obras e do seu número assume capital relevância para o edil esposendense, aproveito a ocasião para perguntar, ainda para mais porque recentemente foi lançada uma 1ª pedra nas Marinhas, em que ponto está a intervenção no cruzamento do Minipreço? 
Para quem não está recordado, em Outubro do ano passado, aquando de mais um fatídico acidente naquele lugar, o Município divulgou um longo comunicado sobre o assunto, referindo que "(...) o Município interpelou o Conselho de Administração Executivo das Infraestruturas de Portugal, S.A. sobre o anunciado plano de intervenção, tendo obtido como resposta a garantia de que a requalificação da EN13 se iniciará em maio de 2017. Contudo, o Município solicitou que a execução da empreitada fosse antecipada para o próximo mês de janeiro [de 2017], antecipando, assim, a conclusão dos trabalhos para o período antes da época de Verão, evitando, desta forma, inúmeros constrangimentos". 
Em janeiro nada aconteceu e, nesta altura, já estamos a 15 dias de entrar em junho, não se vislumbrando, à data, qualquer obra. Longo caminho burocrático, again?

quarta-feira, 10 de maio de 2017

50 anos de FC Marinhas

Mais que um Clube Desportivo!
Mais que um Clube de Futebol!
50 anos da história de uma comunidade.
Parabéns ao FC Marinhas