segunda-feira, 27 de novembro de 2017

365 dias para esquecer


Pior era impossível, para o partido e para o próprio. Assim se poderá fazer o balanço do primeiro ano de João Pedro Lopes à frente do CDS Esposende:
1) Perda do único vereador com assento no executivo camarário
2) Registo eleitoral histórico, com a votação para a Câmara Municipal a ficar abaixo de 4% (em 2013, foi acima de 10%)
3) Redução em 50%, face a 2013, do grupo político na Assembleia Municipal
4) Partido menos votado para a Assembleia Municipal (atrás do PCP)
5) Menos de 1.000 votos tanto na Câmara, como na Assembleia Municipal (em 2013, teve mais de 2.000 votos)
6) Redução em 50%, face a 2013, do número de freguesias do concelho a que concorreu
7) Exposição, a ridículo, do nome do concelho, que esteve nas bocas do mundo com o inenarrável cartaz propagandístico “Je suis Esposende”. Nunca houve qualquer retratação…
8) Gestão trapalhona do dossier autárquico: apoio inicial e entusiástico à candidatura de João Cepa, para mais tarde ser retirado, sendo apresentadas justificações esfarrapadas
9) Demarcação (política) por parte da Juventude Popular (JP) de Esposende
10) Partido fraccionado: vereadora Berta Viana apoiou publicamente candidatura adversária; antigos militantes/candidatos integraram listas adversárias (Laurentina Torres, a última presidente do CDS em Esposende, esteve no jantar de apoio a João Cepa!; Sara Herdeiro, que há 4 anos conseguiu o melhor resultado numa junta de freguesia para o CDS, surgiu, nestas eleições, como candidata na lista do PSD)