quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

A terceira ponte sobre o Cávado

Surgiu hoje na página "facebokiana" do Município a ligação para o Boletim Municipal.
Na capa: ecovias!

A propósito destas já muitos se terão questionado sobre a viabilidade de coexistência de circulação entre velocípedes e peões, sobretudo no pico da época balnear... mas isso será assunto para outro escrito, tendo em conta que do site da "polis" consta uma referência a itinerários complementares que aguardo para ver, a fim de perceber se traduzirá em alternativa a zonas que qualquer cidadão perceberá que serão críticas!

O motivo deste escrito é outro: a terceira ponte sobre o Cávado.

Uma das grandes dores de cabeça dos eventos que por cá pretendem percorrer o concelho é frequentemente a travessia "norte-sul" e o inverso. A tal ponto que "a ponte do Miro" se tornou uma verdadeira regra de salvação para evitar idas e regressos pela Ponte de Fão.

É por isso positivo que se faça uma nova ponte que seja pedonal (e ciclável), retirando assim com segurança os peões da ponte existente, cujas melhores condições estão no passadiço nascente, mas que do lado de Gandra esbarra nos rails e na ETAR (apesar de ser bem possível ali fazer um arranjo que servisse de passagem pois espaço há).

Gostaria contudo de ver isto pensado num todo.

Não desconsiderando o potencial produtivo dos terrenos agrícolas da margem sul de Gandra e de quem deles vive, a verdade é que o "extremo sul da margem norte" bem que poderia acolher também ele uma ecovia, potenciada por uma ponte a nascente, fosse junto à A28, fosse em Gemeses - Fonte-Boa, permitindo um percurso circular, pois neste momento o percurso de ida e volta Fão - "Proriver", perde uns pontos precisamente por obrigar a repetir a viagem.

Claro está que isto das ideias...

Ponto a não desconsiderar também no meio deste meu pensamento... é o real "fedor" que exala daquela ETAR de alegada última geração em certos dias.




O presente "post" é escrito à luz do disposto no art. 37.º da CRP.